"Quando falo contigo, no meu peito
Esquece-me esta dor que me consome:
Talvez corre o prazer nas fibras d’alma:
E eu ouso ainda murmurar teu nome!
Que existência, mulher! se tu souberas
A dor de coração do teu amante,
E os ais que pela noite, no silêncio,
Arquejam no seu peito delirante!"
Álvares de Azevedo
Te quero ao meu lado
E quero ser rápido
Venha a mim como os ventos de agosto
À gosto
Toque meu rosto
Feche meus olhos
Sinta-me como quiser
E ouça da minha boca fechada
Palavras que soam meu carinho
Pois dessa forma
Não estarei apenas a afirmar
Mas sim, a demonstrar
Que meus pensamentos são pra ti
Que meu calor vem do teu peito,
Do prazer da tua vida e da tua felicidade
E quero também
Nesse todo silencio que representa minha vida
Calada pra você
Sentir o curvar dos meus lábios
Que ao sentirem a leveza dos teus
São, na vida, um sorriso
Na morte, um descanso.
Marcos Medeiros

eii...dei apenas uma olhada, poranto não vou cometar sobre os pomas agora, mas parabéns pela iniciativa
ResponderExcluirestarei por perto abraçando cada poesia...rs
engenheiros...rs
abraços
Passarim
gostei de um de 2007..axu q eh teu marcosss.dorei!!
ResponderExcluirbjuss